Tem sido objeto de debate público, em São Gonçalo do Amarante, a postura adotada pelo atual gestor municipal diante de críticas, denúncias e questionamentos relacionados à administração pública. De acordo com manifestações de comunicadores, influenciadores e setores da sociedade civil, pessoas que divulgam problemas estruturais em áreas como saúde, educação, segurança, ruas e praças têm sido alvo de medidas judiciais, o que levanta discussões sobre os limites entre o direito de resposta e o direito constitucional à livre manifestação e à fiscalização dos atos públicos.
Observadores da cena política avaliam que a adoção recorrente desse tipo de estratégia, inclusive já registrada em gestões anteriores do mesmo prefeito, não tem produzido o efeito de inibir críticas, mas sim ampliado o interesse da imprensa independente e de veículos oposicionistas em aprofundar a apuração e a divulgação das dificuldades enfrentadas pela população são-gonçalense. Também há relatos de que denúncias formalmente encaminhadas a órgãos de controle e fiscalização, como o Ministério Público e instâncias do Judiciário, supostamente não avançariam ou não receberiam o mesmo tratamento quando envolvem indícios considerados relevantes, o que reforça a necessidade de transparência e acompanhamento institucional.
O Atento 24h e o Atento São Gonçalo reafirmam seu compromisso com o jornalismo responsável, a legalidade e o direito à informação, repudiando qualquer forma de intimidação ou pressão contra a imprensa, comunicadores ou cidadãos que, dentro da lei, exercem o papel de fiscalizar, questionar e dar voz às demandas da população. Para os veículos, o fortalecimento da democracia passa pelo respeito à crítica, pela transparência administrativa e pela garantia do livre exercício da comunicação.















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