O que virou sensação e atrativo turístico nas noites de Natal começa a se transformar em motivo de preocupação. O banho noturno na Praia da Redinha, que passou a atrair grande público, já é alvo de inúmeros relatos de frequentadores sobre mau cheiro, presença de urina e até fezes boiando no local. A grande aglomeração de pessoas em um espaço pequeno, somada à proximidade com a foz do rio, tem provocado mudanças visíveis, inclusive na coloração da água do mar, levantando alertas sobre condições sanitárias e ambientais.
Diante dos riscos, o Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Norte passou a desaconselhar oficialmente o banho noturno na área. Em publicação nas redes sociais ontem segunda-feira (19), a corporação informou que irá instalar placas de advertência no local. Segundo o tenente Christian Bari, comandante do Grupo de Busca e Salvamento Aquático, “nessa área, não indicamos o banho. Nas pedras, pode acontecer de um membro ficar preso. A pessoa pode se arranhar nas cracas e, por ser uma região onde passa o rio, dependendo da maré, pode haver corrente muito forte, oferecendo risco maior ao banhista”.
Em nota, o Corpo de Bombeiros já havia dito que, no período noturno, a visibilidade é reduzida, o que dificulta a identificação de buracos, pedras, animais marinhos e correntes de retorno, aumentando significativamente o perigo para os banhistas.















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