O Partido NOVO ampliou sua atuação na Justiça Eleitoral ao apresentar três Ações de Investigação Judicial Eleitoral (AIJEs) contra a chapa formada por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Geraldo Alckmin (PSB). As ações questionam possíveis irregularidades envolvendo o desfile da Acadêmicos de Niterói, que homenageou Lula com recursos públicos, o suposto financiamento de estruturas eleitorais por entidade sindical e a adoção de 35 medidas econômicas pelo governo federal em ano eleitoral.
Um dos avanços mais recentes ocorreu na quinta-feira (5 de novembro de 2026), quando o ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), admitiu a tramitação de uma das ações, relacionada às medidas econômicas adotadas pelo governo federal. Na decisão, o ministro determinou que Lula e Alckmin fossem notificados para apresentar defesa no prazo de cinco dias. As outras duas iniciativas também estão sob análise da Justiça Eleitoral, que deverá examinar as provas e os argumentos apresentados pelo partido.
Caso as acusações sejam comprovadas e o TSE julgue procedentes os pedidos, Lula e Alckmin poderão enfrentar a cassação dos diplomas e a declaração de inelegibilidade por até oito anos, conforme os requisitos da legislação eleitoral. Entretanto, ainda não existe condenação definitiva. O NOVO aposta no avanço das ações para que os fatos sejam investigados e julgados pela Justiça Eleitoral.














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