Enquanto os institutos de pesquisa enlouquecem tentando descobrir quem está na frente, no meio ou atrás, um movimento silencioso começa a ganhar força e pode mudar de forma abrupta e cirúrgica o cenário político do Rio Grande do Norte. O Partido Novo, até então tratado por muitos como coadjuvante, dá sinais claros de que pretende entrar de vez na disputa pelo Senado.
Nas redes sociais, o presidente estadual do partido, Renato Cunha Lima, foi direto ao ponto: “O Novo terá candidato ao Senado no Rio Grande do Norte, independente de acordo com o PL ou não”. A declaração caiu como uma bomba nos bastidores e mostra que a legenda não pretende abrir mão de protagonismo.
Isso reforça a percepção de que a filiação do empresário Flávio Rocha ao partido não aconteceu por acaso. Nos corredores da política potiguar, cresce a expectativa de que ele faça um pronunciamento em breve. E quem conhece sua trajetória sabe do peso político e econômico que seu nome carrega.

Flávio Rocha reúne características raras no cenário atual: tem relações nacionais e internacionais, é responsável por milhares de empregos no Brasil, inclusive no Rio Grande do Norte, e possui experiência política, já tendo exercido mandato de deputado pelo estado. Para muitos, trata-se de um nome capaz de romper a polarização e mexer nas peças do tabuleiro eleitoral.















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